quarta-feira, 20 de julho de 2011

Quer reformar sua casa?

Vamos falar de uma forma bastante inteligente e acessível de financiarmos a tão sonhada reforma, o consórcio.

O QUE É UM CONSÓRCIO?

O consórcio é um sistema de compra parcelada e programada de um bem onde um grupo de participantes organizados por uma empresa administradora rateiam o valor do bem desejado pelo número de meses de parcelamento deste bem. Também é conhecido com uma reunião de pessoas físicas e/ou jurídicas, em grupo fechado, promovido por uma empresa administradora, com a finalidade de propiciar aos seus integrantes a aquisição de bem ou conjunto de bens por meio de autofinanciamento.

De acordo com a periodicidade definida, o grupo financia a entrega de um número reduzido de bens para um conjunto reduzido de consorciados, chamada de contemplação, através de duas formas distintas: sorteio e lance. No sorteio, um dos consorciados é contemplado a partir de uma escolha aleatória entre os membros do grupo e no lance, os consorciados informam quantias (lances) a serem pagas para conseguir o crédito. O consorciado que tiver o maior lance conquista o crédito devido para a compra do bem.

MAS CONSÓRCIO NÃO É SÓ PARA VEÍCULOS E IMÓVEIS?

Antes eram basicamente para automóveis, mas a nova lei dos consórcios nº 11.795/08 - que entrou em vigor em 06/02/09 complementada pela circular 3.432 divulgada em 04/02/09 pelo Banco Central do Brasil - agregou vários benefícios e novas modalidades para os consorciados. Uma das principais mudanças proporcionadas pela nova lei é a abertura do mercado de consórcios para os segmentos de serviços. Antes, apenas bens móveis e imóveis podiam ser adquiridos via consórcio. Agora é possível adquirir consórcios para fazer uma cirurgia plástica, viagens, casamentos, reformas, entre outros.

Então? O que está esperando? Se deseja fazer uma reforma a médio-prazo, a aquisição de um consórcio é uma excelente opção!


Texto retirado de:

quarta-feira, 6 de julho de 2011

12 erros de quem poupa para a aposentadoria

Para consultor financeiro Gustavo Cerbasi, heranças econômica e cultural prejudicam os beneficiários de planos de previdência

São Paulo - Com a atual conjuntura econômica e as perspectivas para o futuro, os especialistas em previdência complementar no Brasil estão otimistas. O gargalo atualmente recai sobre a educação financeira. Muita gente ainda não entende a importância de poupar para a aposentadoria, ou então comete erros que reduzem a capacidade de acumulação para o futuro.
Quem dispõe de um fundo de pensão na empresa onde trabalha já tem uma grande oportunidade em mãos. Nessa modalidade de investimento, a empresa também contribui para a aposentadoria do funcionário, normalmente duplicando o valor poupado todo mês. Em recente evento da consultoria Mercer, o consultor financeiro Gustavo Cerbasi esmiuçou, numa palestra, diversos erros cometidos pelos beneficiários deste tipo de plano, muitos dos quais se aplicam aos poupadores em geral. Confira:

1) Calcular que a renda da aposentadoria será menor que a renda atual
Segundo Gustavo Cerbasi, muitos consultores financeiros dizem que, para poupar para a previdência, as pessoas devem almejar uma renda de pelo menos 65% a 70% da renda do ápice da carreira. Esse cálculo leva em conta o fato de que, nessa fase da vida, os gastos serão menores, pois os filhos já estarão crescidos e autossuficientes e a casa própria já estará quitada. Mas esses percentuais não são regra. O consumo com lazer, saúde ou com a própria família podem requerer uma renda ainda maior do que exigem no presente, e é preciso levar isso em conta no planejamento.

2) Excesso de conservadorismo até entre os mais jovens
O perfil do poupador brasileiro ainda é muito conservador. Segundo levantamento da Mercer realizado em 2009, mesmo entre os mais jovens - menores de 30 anos - apenas 33% optam pelo perfil mais agressivo do fundo de pensão oferecido por sua empresa (até 49% em renda variável). Essa proporção de um terço mais ou menos se mantém até a faixa etária mais alta. O ideal seria que os jovens preferissem o perfil mais agressivo e migrassem para o mais conservador conforme a aposentadoria se aproxima. "O típico contribuinte de planos ainda não vê a renda variável como construção, e sim como aposta", diz o consultor.

3) Resgatar os recursos do fundo de pensão quando se desliga da empresa
Esse é um piores e mais frequentes erros. De acordo com o mesmo levantamento da Mercer, 95% dos beneficiários de fundos de pensão com idade entre 35 e 49 anos resgatam seus recursos quando se desligam da empresa patrocinadora. Isso prejudica muito o planejamento da aposentadoria e, atualmente, é injustificável. O beneficiário pode optar pela portabilidade para outro fundo de pensão ou para um fundo de previdência aberta, ou então continuar no mesmo fundo fechado, contribuindo apenas com a sua parte. Ao retirar o dinheiro cedo demais, a pessoa não consegue aproveitar o benefício tributário dos fundos de previdência, por meio do qual a alíquota de Imposto de Renda cai à medida que o tempo passa.
---------------------------
Para consultor financeiro Gustavo Cerbasi, heranças econômica e cultural prejudicam os beneficiários de planos de previdência

4) Optar por renda vitalícia ou renda por prazo determinado
Felizmente, 60% dos beneficiários de fundos de pensão optam pela modalidade de renda em forma de percentual do saldo poupado. Ou seja, ao atingir a idade da aposentadoria, a renda será proporcional ao saldo que foi acumulado, de forma a preservá-lo o máximo possível. "Buscar uma renda que preserve o saldo mostra um bom grau de educação financeira", diz o consultor Gustavo Cerbasi.
Contudo, 40% das pessoas que contribuem para fundos de pensão optam pelas outras modalidades, a renda vitalícia e a renda por prazo certo. A primeira transmite uma falsa sensação de segurança, mas para atingi-la é inevitável que haja uma rentabilidade menor. A segunda considera uma determinada renda por um prazo de tempo pré-definido. Isso significa que ela pode faltar antes da hora. "Essa é a pior modalidade possível. É apostar contra si mesmo", opina Cerbasi.

5) Encarar a empresa que oferece fundo de pensão como a única responsável pelo seu futuro
Quem tem a oportunidade de investir em um fundo de pensão patrocinado pela empresa em que trabalha não deve deixar de aproveitá-la. Porém, é preciso ter consciência de que esse benefício é uma complementação à Previdência Social e uma tentativa de "tapar o buraco" da educação financeira do brasileiro. Quem tiver essa chance não deve prescindir de outros tipos de investimentos, mais arrojados, para se resguardar; nem das aplicações mais líquidas, como a renda fixa, para as emergências.

6) Priorizar o consumo à poupança
A história econômica turbulenta do Brasil criou uma série de "vícios sociais", nas palavras de Gustavo Cerbasi. Um deles é o imediatismo do consumo, que mina a capacidade de poupança. O histórico de hiperinflação, com aumento de preços em questão de horas, e um sistema financeiro frágil transformaram os brasileiros em "gatos escaldados", preocupados apenas com o consumo imediato.
Esse comportamento já está tão entranhado que os tempos mudaram, mas as pessoas continuam deixando de poupar para o futuro para consumir agora, formar estoques, comprar a casa própria talvez cedo demais. Quando decidem guardar dinheiro, muitos brasileiros optam ainda pela modalidade menos rentável e mais segura, a caderneta de poupança.
---------------------------
Para consultor financeiro Gustavo Cerbasi, heranças econômica e cultural prejudicam os beneficiários de planos de previdência

7) Encarar a poupança como sacrifício e privação de felicidade
Em função dessa cultura, deixar de consumir para poupar é visto por muita gente como um ato de sacrifício, como se a pessoa deixasse de aproveitar a vida e a juventude para um futuro que ela nem sabe se vai vir. Para Gustavo Cerbasi, porém, é tudo uma questão de equilíbrio. Em vez de desenvolver uma relação negativa com o consumo - cortar gastos para acumular -, é melhor optar pelo consumo sustentável, ponderado, e por um modo de vida mais simples e que ainda dê prazer. E em vez de temer as incertezas do futuro, traçar metas e sonhos pelos quais valha a pena lutar, transformando o futuro num horizonte inspirador. "A pessoa não pode ter um padrão de vida que a deixe infeliz", diz Cerbasi.

8) Consumir pelos antepassados ou "dar ao filho o que não pôde ter"
O que o consultor chama de ânsia de consumir se manifesta também sob a forma de catarse ou compensação pelos tempos difíceis. É o ato de consumir pelos pais que viveram a era da hiperinflação ou então de "dar para os filhos o que eu não pude ter". "Não é para menosprezar o consumo. Mas controlar essa ânsia de consumir o que não era possível consumir antes", diz Cerbasi.

9) Comprar imóvel cedo demais
Na cesta dessa ansiedade entra a compra da casa própria. Esse é um dos alicerces da classe média brasileira, que considera essencial a compra de um imóvel para morar em algum momento da vida adulta. Quem viveu na pele a era da economia frágil exige que seus filhos só saiam de casa ou se casem se puderem comprar um imóvel, um bem tangível que, ainda por cima, é um investimento. Na opinião de Cerbasi essa (auto)imposição pode acabar sendo desastrosa.
"A casa própria é o maior problema da sociedade brasileira hoje. Não é que eu seja contra a compra da casa própria, só acho que o timing de fazê-la está errado", opina. Ele acredita que comprar o primeiro imóvel por volta dos 30 anos de idade talvez não seja a escolha mais inteligente. Primeiro porque, se o jovem for casado, vai comprar um imóvel maior que suas necessidades atuais. Como sua renda ainda não é muito alta, será necessário financiá-lo por um prazo longo. Ou seja, o imóvel terá que ser adequado para suprir as necessidades do casal durante um bom tempo, inclusive quando os filhos vierem.
Em segundo lugar, ao comprometer boa parte de sua renda com um financiamento longo, o jovem sem filhos deixa de poupar para a aposentadoria justamente na época em sua capacidade de poupança é maior. Além disso, ele perde a mobilidade e a liberdade de buscar um emprego do outro lado da cidade, em outro estado ou mesmo em outro país. "Essa é a fase em que o jovem deve se dedicar a consolidar a carreira", diz o consultor financeiro.
---------------------------
Para consultor financeiro Gustavo Cerbasi, heranças econômica e cultural prejudicam os beneficiários de planos de previdência

10) Não aceitar a queda no padrão de vida quando começa a andar com as próprias pernas
Outro traço da cultura da classe média brasileira que atrapalha a formação de um colchão para a aposentadoria é a não aceitação de qualquer queda no padrão de vida, mesmo que isso não signifique passar fome. Ao sair de casa para casar ou mesmo para morar sozinho ainda aos vinte e poucos anos, os jovens costumam experimentar uma boa queda no padrão de vida, uma vez que sua renda ainda não é suficiente para manter o padrão oferecido pelos pais.
O problema é que nem todo mundo consegue encarar essa situação com a devida naturalidade. Muitas vezes, os próprios pais pressionam os filhos a só saírem de casa caso consigam comprar um imóvel semelhante ao deles e no mesmo bairro. Em resposta às pressões sociais, os jovens acabam comprometendo boa parte da renda na compra da casa própria, ou adiando a conquista da independência. Mas as pessoas esquecem que é melhor o padrão de vida ser mais baixo na juventude do que na terceira idade.

11) Consumir para ostentar
Esse traço de comportamento Cerbasi não atribui à herança da era da inflação e do sistema financeiro frágil. "A ostentação faz parte da cultura latina. Querer ter porque o vizinho tem e sentir prazer em exibir suas posses para os outros", explica o consultor. Essa, é claro, é uma grande armadilha para quem quer ter um consumo consciente e sustentável de acordo com a renda.

12) Pensar que a aposentadoria é o fim da linha
Durante a juventude é muito fácil cair na ilusão de que a aposentadoria é o canto do cisne, principalmente para quem é imediatista. Muitos jovens acham que aos 65 anos serão velhos demais, que o fim da vida estará próximo, que não terão mais vontade de sair e se divertir e que nunca ficarão doentes.
Mas esse pensamento é uma herança de quando a expectativa de vida do brasileiro era baixa, e praticamente equivalia ao período da vida ativa. Essa realidade mudou, e hoje as pessoas se aposentam relativamente jovens, com muita vida pela frente e disposição para trabalhar, viajar e "curtir" ainda mais.
O segredo é encarar a previdência não como poupança para a "sobrevida", mas como renda para apostar em sonhos que ainda não puderam ser realizados. Quem sabe uma nova carreira, um negócio próprio, uma grande viagem. "Hoje em dia as pessoas estão vivendo muito, e querem manter os padrões de consumo da ativa", lembra Gustavo Cerbasi. Quem não se preparou para isso, vai onerar os próprios filhos, que deixarão de poupar para a própria aposentadoria a fim de manter o padrão de vida dos pais, iniciando um círculo vicioso.

Fonte: Exame - Últimas Notícias | Seu Dinheiro - 04/07/2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Idoso investe em aposentadoria e eleva renda

Devido ao baixo valor da aposentadoria, muitos brasileiros optam por continuar trabalhando após receber o benefício.

Como a aposentadoria é concedida em plena idade produtiva, quem segue na ativa pode aproveitar para aplicar o dinheiro para usufrui-lo apenas quando realmente parar de trabalhar.

Dados da Previdência de 2007 mostram que a idade média na concessão da aposentadoria por tempo de contribuição é de 54,3 anos, no caso dos homens, e 51,4 anos, no caso das mulheres.

Como a aposentadoria não rompe o contrato de trabalho, esses segurados não correm o risco de perderem direitos como, por exemplo, multa em caso de rescisão.
Há, no país, 15,76 milhões de aposentados, aponta a Previdência. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) calcula --dados de 2009-- que 5,1 milhões de aposentados estão na ativa.

Hoje, um em cada três aposentados continua na ativa e recebendo um benefício médio de R$ 977,55, considerando apenas os dos centros urbanos, segundo o Ministério da Previdência Social.

CORTE
Quem pede o benefício muito cedo sofre um corte brusco no valor a ser recebido devido ao fator previdenciário. Aos 51 (mulher) e 54 (homem) anos de idade, o benefício não chega a 70% da média salarial do trabalhador, que por sua vez é limitada ao teto de R$ 3.689,66.

Porém, mesmo quem sempre contribuiu pelo valor máximo permitido pelas regras atuais não terá essa média salarial, mas de R$ 3.369,77, segundo a Conde Consultoria Atuarial, devido à correção monetária aplicada.

"Trabalhadores de todas as faixas de renda têm dificuldade em entender o cálculo da aposentadoria e só descobrem o valor baixo que irão receber na hora da concessão", diz a advogada previdenciária Marta Gueller, do escritório Gueller e Portanova Sociedade de Advogados.

Se um homem que sempre contribuiu pelo teto se aposentar aos 55 anos de idade e 35 de contribuição, terá um benefício de R$ 2.425,52.



Aplicado na poupança, em sete anos esse dinheiro poderá acumular R$ 261.688, aponta William Eid Junior, professor do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas.
O rendimento mensal desse valor é de R$ 863,57. Se optar por poupar o dinheiro da aposentadoria por dez anos, o rendimento, após esse período, será de R$ 1.383,34.

"A aplicação em renda fixa é melhor para quem não pode correr riscos. E como o investimento mensal é pequeno, o CDB pode não valer a pena, porque essa aplicação tem desconto do Imposto de Renda, ao contrário da poupança", diz o professor.

Para quem não vai depender desse dinheiro no futuro e não tem receio de procurar rendimentos maiores, outras aplicações, como a Bolsa de Valores, podem valer a pena.
Como a aposentadoria permite o saque do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), esse dinheiro pode ser usado para engordar essa aplicação.

Outra opção é investir em imóveis, como fez o técnico em eletrônica Laercio Ramos de Andrade, 61. Quando pediu a aposentadoria, em 1994, aproveitou o dinheiro do Fundo de Garantia para comprar um terreno. "Como continuei trabalhando, usei o dinheiro da aposentadoria para construir duas casas no terreno", afirma.

Os imóveis ficaram prontos em 1998. "Hoje os aluguéis ajudam para complementar a renda", diz.


PAULO MUZZOLON
EDITOR-ASSISTENTE DE MERCADO

http://www.folha.uol.com.br

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quais são as taxas cobradas em um Consórcio?

Afinal, sabemos que Consórcio não tem juros, mas como a empresa faz para se manter?

Vocês verão a seguir, algumas taxas cobradas em consórcios, para esclarecer algumas dúvidas que acabam surgindo quando se fala nisso.

a) Fundo Comum (FC): este é o valor que todo consorciado paga para formar um fundo destinado à aquisição do bem. A contribuição para o Fundo Comum é definida conforme a divisão do percentual do preço do bem ou serviço contratado, pelo número de meses de duração do grupo.

b) Taxa de Administração (TA): a taxa de administração indicada no contrato, é a remuneração da administradora pelos serviços prestados na formação, organização e administração do grupo até o seu encerramento.

c) Fundo de Reserva (FR): o fundo de reserva é uma proteção que garante o funcionamento do grupo em determinadas situações. O consorciado só pagará esse fundo quando a sua cobrança estiver prevista em contrato. Se houver recursos no fundo quando o grupo encerrar, este será devolvido proporcionalmente aos consorciados.
Observação: A Rodobens Consórcio não cobra fundo de reserva.

d) Seguro: o consorciado estará sujeito, ainda, ao pagamento de prêmios de seguro, nos termos do contrato, tais como: seguro de quebra de garantia e o seguro de vida.
O seguro de quebra de garantia destina-se a cobrir o pagamento das prestações a vencer dos consorciados contemplados, e no caso de seguro de vida em grupo, caso haja falecimento do consorciado, destina-se ao pagamento das prestações a vencer.

Entre em contato para esclarecer suas dúvidas.
Mande um e-mail para: camila.agv@gmail.com

Estou à disposição.


Camila de Almeida.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Médicos podem gerenciar pacientes de qualquer lugar

Aplicativo integra sistema de informação de clínicas e hospitais a tablets

De casa, do carro, de qualquer lugar os médicos podem gerenciar as informações de seus pacientes de forma remota. Esta é a proposta do aplicativo SAP Eletronic Medical Record, apresentando em uma "demo" pela SAP durante o evento de tecnologia global Sapphire Now. 
 A ferramenta integra o sistema de prontuário de clínicas e hospitais a um tablet, com iPad e Galaxy Tab por exemplo. Além de informações gerais do paciente, o médico consegue visualizar quais os procedimentos foram feitos, qual a medicação está sendo administrada, e até visualizar resultados de exames como raios-x e ultrassonografias. 

"O médico também consegue controlar os horários de suas consultas e também de cirurgias, por exemplo. A tecnologia otimiza o tempo do médico e agiliza a tomada de decisão", afirma expert de soluções da SAP, Ian Kimbelt. 

*Verena Souza, do Sapphire, em Orlando, a convite da SAP.

por Verena Souza, de Orlando (Sapphire Now)
18/05/2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

Mulheres estão cada vez mais preocupadas com o futuro

As seguradoras querem conquistar as mulheres. Para isso, investem em serviços. Na Mongeral Aegon, o seguro Vida Toda Mulher tem entre os diferenciais um programa de assistência que inclui, entre outros serviços, segunda opinião médica em caso de doenças graves, orientação nutricional, eletricista, encanador 24H e baby siter.

O número de mulheres, que, preocupadas com o planejamento familiar e com reservas para o futuro, aderem a planos de previdência cresce em ritmo acelerado em todo o país. Segundo o Ibope, as mulheres já são mais de 40% dos clientes de seguro de vida.  O diretor de Marketing da Mongeral Aegon, Luiz Claudio Friedheim, diz que uma explicação para essa tendência é o fato de que, de uma maneira geral, a expectativa de vida da mulher é mais alta que a do homem e, por isso, o seguro de vida é mais barato. Além disso, a mulher muitas vezes se preocupa mais com a família e de que forma seus dependentes vão ficar, caso um dia ela falte.

“O aumento da participação da mulher no cenário econômico nacional, o crescimento do número de famílias tendo a mulher como principal responsável pelo sustento e o próprio interesse da mulher por produtos que proporcionem proteção financeira aos seus dependentes, são fatores que desencadeiam o crescimento delas no mercado”, afirma.

A seguradora já sente o aumento da procura por este tipo de benefício. Atualmente, 49% da carteira total de clientes da empresa são mulheres. A companhia já possui um seguro voltado especialmente para o público feminino, o Vida Toda Mulher. Desde 2005, quando foi lançado, até o ano passado, cerca de 71% das clientes que buscaram a companhia para adquirir produtos, contrataram o benefício. Entre as coberturas mais solicitadas dentro do seguro estão as mortes acidental e natural.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ANS admite que salários de médicos estão defasados

Para o presidente da agência, ha uma diferença que precisa ser resgatada em relação ao pagamento de honorários aos profissionais

O diretor-presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), Maurício Ceschin, reconheceu, na última quarta-feira, (10), que há uma defasagem no valor pago pelos planos de saúde aos médicos. Segundo ele, existe uma diferença que precisa ser resgatada em relação ao pagamento de honorários aos profissionais. E ressaltou que os salários médicos não têm sido reajustados da mesma forma como foram os insumos.

No entanto, de acordo com Ceschin o reajuste dos pagamentos dos médicos tem que ser discutido com cautela para que os custos não sejam repassados aos consumidores
Durante audiência pública na Câmara dos Deputados, ele anunciou que a ANS deve publicar nos próximos dias instrução normativa estabelecendo prazos máximos para atendimento dos usuários de planos de saúde. Essa decisão possibilitará que as operadoras se reestruturem, contratem novos médicos e negociem os valores pagos aos seus prestadores de serviço.

No momento, médicos e planos de saúde travam uma batalha em torno do reajuste do valor dos honorários e dos procedimentos. Os médicos reclamam que os aumentos dos planos de saúde não têm sido repassados aos prestadores de serviço. Já as empresas garantem que têm elevado os pagamentos acima da inflação.
Ceschin encerrou dizendo que, será editada uma instrução normativa estabelecendo prazos máximos para que o usuário seja atendido. Essa medida tem o intuito de evitar que o consumidor seja punido por essa briga.